O Brasil este ano comemora o aniversário de criação dos 20 anos do Código de Defesa do Consumidor (CDC) Lei. 8078/90.
Atualmente a legislação consumerista brasileira é uma das mais avançadas e importante no trabalho dos órgãos de proteção defesa do consumidor como é o caso dos PROCONS de todo pais.
TODOS SOMOS CONSUMIDORES
Ricos, pobres, crianças, jovens, adultos, empregados, desempregados, excluídos, todos são consumidores. Até o recém-nascido é consumidor indireto, pelas mãos dos pais. O consumo está na roupa que vestimos, na torneira que abrimos, na casa que habitamos e em qualquer modalidade de comportamento. “Buscar o equilíbrio nas relações de consumo diante da pujança de fornecedores não é tarefa fácil. Algumas empresas se ajustam aos novos tempos, outros resistem. Em meio ao capitalismo selvagem, aos conchavos e lobbys, e ao lucro exorbitante, a luta em defesa do consumidor é trabalho heróico”.
O papel dos órgãos que trabalham com proteção e defesa do consumidor vai além de seu ofício essencial, exercendo tarefa social e de cidadania. Mesmo com os limites que ainda possuem – financeiro e estrutural – muito já se conquistou. “O consumidor é a parte frágil da relação”: não detém as informações técnicas que o fabricante possui e necessita de alguém que saiba como intervir por ele.
Texto gentilmente cedido por Élcio Luiz Schmitz
Diretor Geral PROCON de Palhoça, SC
Para palestras acerca do Direito do Consumidor, ligue para (48) 3242-1512
Atualmente a legislação consumerista brasileira é uma das mais avançadas e importante no trabalho dos órgãos de proteção defesa do consumidor como é o caso dos PROCONS de todo pais.
TODOS SOMOS CONSUMIDORES
Ricos, pobres, crianças, jovens, adultos, empregados, desempregados, excluídos, todos são consumidores. Até o recém-nascido é consumidor indireto, pelas mãos dos pais. O consumo está na roupa que vestimos, na torneira que abrimos, na casa que habitamos e em qualquer modalidade de comportamento. “Buscar o equilíbrio nas relações de consumo diante da pujança de fornecedores não é tarefa fácil. Algumas empresas se ajustam aos novos tempos, outros resistem. Em meio ao capitalismo selvagem, aos conchavos e lobbys, e ao lucro exorbitante, a luta em defesa do consumidor é trabalho heróico”.
O papel dos órgãos que trabalham com proteção e defesa do consumidor vai além de seu ofício essencial, exercendo tarefa social e de cidadania. Mesmo com os limites que ainda possuem – financeiro e estrutural – muito já se conquistou. “O consumidor é a parte frágil da relação”: não detém as informações técnicas que o fabricante possui e necessita de alguém que saiba como intervir por ele.
Texto gentilmente cedido por Élcio Luiz Schmitz
Diretor Geral PROCON de Palhoça, SC
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